Ilha de Moçambique

A ilha está dividida em duas partes, a norte, a “Cidade de Pedra”, construída em pedra e cal e onde se encontram os principais monumentos e, a sul, a “Cidade Macuti”, material de construção tradicional feito com folhas de coqueiro. A maior parte dos residentes vive da pesca, de alguma actividade agrícola e de artesanato.

É difícil de descrever o que não pode ser descrito.

Finalmente fui à Ilha de Moçambique, aquele sítio mágico de quem toda a gente falava. Foi bom, foi muito bom! Melhor do que qualquer uma das opiniões que tinha ouvido antes. É impossível descrever um lugar que tem vida própria e que tem um alma maior que cada um de nós. As horas passaram a correr, mesmo no País onde o tempo nunca passa!

Foi curto, mas intenso. Conheci várias pessoas: actuais habitantes da ilha, ex habitantes da ilha, turistas… Cada um com a sua história para contar e sempre com um sorriso. Senti-me bem recebida e nem por um segundo, me senti sozinha (talvez porque os miúdos da ilha andam sempre atrás de nós :D).

Levo na memórias as paisagens lindas e o facto de ter sido na ILHA DE MOÇAMBIQUE que vi baleias pela primeira vez.

Obrigada, Sofia, Jito, Saquina, Sónia, Harry, Sara, Zena, Zara, Sylvie, Ao pai da Zena e da Zara, Matilde, Didi, David, Luís, Diogo, Jennifer, Miguel, Abdul, Isac, Charife e a muitos outros a quem não tive oportunidade de perguntar o nome.

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Com todo o meu amor,

Maria


The island is divided in two parts, to the north, the “Stone City”, built in stone and lime and where are the main monuments and, to the south, the “Macuti City”, traditional building material made with coconut leaves. Most residents live off fishing, some agricultural activity and handicrafts.

It is difficult to describe what can not be described.

Finally, I went to Ilha de Moçambique, that magical place that everybody talked about. It was good, it was very good! Better than any of the things I had heard before. It is impossible to describe a place that has a life of its own and that has a greater soul than each one of us. The time passed by so quickly, even in the country where time never passes!

It was short but intense. I met several people: current inhabitants of the island, former inhabitants of the island, tourists… Each one with its own story to tell and always with a smile. I felt welcomed and not even for a second, I felt alone (maybe because the kids of the island are always behind you :D).

I’ll carry in my memory the beautiful landscapes and the fact that it was in the MOZAMBIQUE ISLAND that I saw whales for the first time.

Thank you, Sofia, Jito, Saquina, Sónia, Harry, Sara, Zena, Zara, Sylvie, Zena and Zara’s Dad, Matilde, Didi, David, Luís, Diogo, Jennifer, Miguel, Abdul, Isac, Charife and many other that I didn’t had the opportunity of asking their names.

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With all my love,

Maria

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